sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Um Motim no Tempo – James Dashner (Infinity Ring – Livro 1)


Primeiro livro da franquia colaborativa – presumo que seja este o termo – Infinity Ring, Um Motim no Tempo nos apresenta Dak, Sera e Riq, que de uma hora para outra – menos Riq – são postos em uma corrida pelo tempo – eu acho que essa frase é adequada – para concertar desvios na história da humanidade ocasionados por uma organização muito suspeita, e assim salvar o mundo do colapso – na estória essas mudanças na história ou fraturas estão causado fenômenos naturais atípicos.

Dak e Sera são amigos desde sempre (?) e que juntos enfrentam o dia-a-dia da escola – que não é nada fácil, tendo em vista que os dois são gênios, Sera é a garota de exatas (<3) e Dak entende TUDO de história – e a rotina de uma vida nada comum: reticências para Sera – é um processo meio confuso, é como se ela quase tivesse lembranças de coisas que não aconteceram na “realidade” em que ela vive –, os pais cientistas de Dak, que são uns fofos e bem diferentes, e um mundo em que a SQ, a tal organização suspeita, parece manter seus “tentáculos” por toda a parte, cada dia mais onipresente e poderosa.

Essa rotina já quase nada normal, é drasticamente abalada quando Dak e Sera resolvem dar uma volta pelo laboratório dos pais de Dak – que diga-se de passagem é trancado a um milhão de chaves – e topam com um invento incrível: o Anel do Infinito, dispositivo que após uma “mãozinha” de Sera torna possível a viagem no tempo; a partir disso a travessura de Dak toma proporções gigantescas com o sumiço de seus pais, e a entrada dos Guardiões da História – sociedade secreta, supostamente fundada por Aristóteles – na estória esclarecendo algumas coisas sobre o trabalhos dos pais de Dak, sobre a SQ, e também sobre os desastres naturais mais recentes. Após a entrada dos Guardiões da História no livro, o ritmo fica bem mais intenso, com Sera e Dak partindo junto a Riq – o gênio das linguagens – através do tempo, concertando “Fraturas” e tentando encontrar os pais de Dak, nesse primeiro livro você ainda confere qual é, e como foi concertada a primeira “Fratura” – dica: essa fratura tem tudo a ver com o Novo Mundo, e indiretamente (ou diretamente), com nós.

Eu não sei muito bem o que esperar do segundo volume, intitulado Dividir e Conquistar e escrito por Carrie Ryan – não conheço esta escritora – presumo que seja sobre Roma, porém sobre Um Motim no Tempo, posso dizer que simpatizei bastante com a série, e com o escritor, vou tentar sim continuar a leitura.

E tenho mais uma indicação legal pra fazer:

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