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sábado, 3 de outubro de 2015

As Loucuras do Rei – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. VIII)

Cobrindo um período menos prospero da história da Inglaterra, Jean Plaidy nos leva a acompanhar Eduardo II e sua mulher, Isabela da França, que apesar de terem tudo para fazer com que seu reinado fosse mais prospero do que o anterior –  o reinado de Eduardo II, o “Pernas Longas” ou o “ Martelo dos Escoceses” – na verdade acabam por deixar o país em uma situação pior e menos estável.

Eduardo II já dava mostras de não ser exatamente o filho que Eduardo I pediu a Deus já no livro anterior, e seu primeiro ato, logo após seu pai ter morrido, foi trazer o seu querido “amigo” Perrot de volta a corte, após isso as coisas só se tornam cada vez mais obvias, e a total inépcia de Eduardo II fica clara em poucas paginas. Além dos problemas de impopularidade de Eduardo II ele ainda comete o erro de enfurecer sua jovem e belíssima esposa, Isabela – filha de Filipe o Belo – que além de ser extremamente popular junto ao povo esconde por um bom tempo o ódio que sente por um marido que despreza sua companhia para ficar com seus “favoritos”. Durante o livro são dadas infinitas amostras de como não agir com súditos, e como se perder batalhas – consideradas não tão difíceis – o fato é que Eduardo II passa o livro inteiro mias preocupado em agradar seus amantes do que realmente governar, o que torna seu período no trono da Inglaterra um período não tão glorioso.

Apesar de escrever um livro sobre Eduardo II, Plaidy parece focar muito mais na rainha da Inglaterra, Isabela, que faz uso de todos os “genes” puxados de seu pai – Filipe, que era famoso por ser maquinador e vingativo, e estava no centro de vários escândalos envolvendo a igreja – guardando para si durante muito tempo o ódio e nojo que sentia por um marido que a desprezou, e posteriormente armando contra ele, lembrando um pouco outra rainha, um das minhas favoritas, Eleanor da Aquitânia.

Enfim, o livro continua com a qualidade alcançada pelos volumes anteriores, talvez o que tenha me chateado um pouco sejam todas as qualidades – ou as não qualidades – de Eduardo II, tenho “gastura” a administrações falhas, tirando isso o livro tem todos os ingredientes e aspectos que marcam o incrível texto de Plaidy.

domingo, 23 de agosto de 2015

Stardust, O Mistério da Estrela – Neil Gaiman

Meu primeiro livro de Neil Gaiman, Stardust foi uma escolha especial: eu adorei o filme, e queria realmente começar por esse livro.

O livro tem o enredo do filme, mas bem diferente. Uma promessa, uma estrela caída e uma viajem são o que acontecem, mas por um caminho diferente, no livro as relações e os acontecimentos são mais simples e corriqueiros – não é corriqueiro conseguir carona com um unicórnio, mas o modo como tudo acontece é muito “natural – talvez isso tenha feito com que eu lesse com mais rapidez, fiquei esperando algo mágico e extraordinário acontecer no livro, uma cena de tamanha beleza que compensasse tudo que era diferente do filme – e que eu tinha amado – e que não aconteceu. Na verdade, eu não achei o livro ruim, de maneira alguma, mas talvez eu tivesse uma sede de algo que o filme me mostrou e que não estava tão presente no livro de Gaiman. A estória continua muito bonita, e os acontecimento mágicos são muito legais, e o principal da estória esta la, mas no fim a bruxa má não era tão má, e o final feliz nem foi tão feliz assim, talvez tenha sido um choque de realidade em um mundo de criaturas fantásticas, eu esperava um estória com preto e branco, com limites claros e definidos, mas isso não aconteceu, porque talvez nem no nosso dia a dia seja assim.

No fim do livro eu fiquei meio triste, talvez a bruxa esteja certa: “Naquela hora, você deveria ter deixado que eu o tomasse [o coração], que o levasse para minhas irmãs e para mim. Nós poderíamos ter voltado à juventude, e ela duraria até a próxima Era do Mundo. Esse seu rapaz vai parti-lo, desperdiça-lo, ou perde-lo. É o que todos eles fazem.”, e é o que sempre acontece.

sábado, 27 de junho de 2015

Eduardo I – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. VII)

Depois de uma série de reis fracos, e rainhas autoritárias e egoístas, novamente existe um casal real, de verdade, na Inglaterra: Eduardo I e Eleanor de Castela.

Iniciando a estória um pouquinho depois de onde ela tinha parado no livro anterior – na morte de Henrique III e no atentando a Eduardo – o casal real esta voltando da Terra Santa, sem exatamente livrar “Jerusalém do infiel”, mas para cumprir o que se espera deles: reinar na Inglaterra. No momento em que Eduardo pisa em solo inglês fica claro que as coisas vão mudar drasticamente, e que a anterior rainha – Eleanor de Provence – não mais usara um rei para atender a seus caprichos, como fez com seu marido, Eduardo é um homem forte, e um rei forte, apesar de assim como seu pai estar ligado intimamente e de maneira feliz a família, ele sabe separar o seu governo das vontades de seus familiares, e ainda conta com o apoio – na primeira fase do livro – da corajosa e doce Eleanor de Castela.

Durante o livro acompanhamos as tentativas de Eduardo de trazer Gales e a Escócia para a coroa inglesa, além de tentar manter territórios continentais. Além dos conflitos em si, aparecem alguns personagens muito interessantes, em Gales Llewellyn que ale, de ser um líder de seu povo, foi “protagonista” de sua própria tragédia, e ainda Guilherme Wallace que também protagonizou um episódio triste e era um líder revoltoso da Escócia. É muito gratificante encontrar um livro que apresenta a estória sobre vários pontos de vista e aspectos, é interessante ver como os papeis se invertem dependendo do ponto de vista, e como mais de um é apresentado não somos levados a pensar que somente um lado estava certo.

Depois de passar um tempinho meio desanimada dessa saga eu me “reanimei” depois desse livro, sinto falta de bons homens e lideres, em certa parte gostei dessa saga por apresentar grandes reis, que mudaram as dimensões de seus territórios e sabiam lidar com questões delicadas, e novamente um desses lideres se apresenta nesse volume.

sábado, 13 de junho de 2015

A Autobiografia de Alice B. Toklas – Gertrude Stein

Como se “autobiografar” sendo que o biografo é diferente do biografado?

Bem, vamos ao início da minha história com Gertrude Stein e talvez vocês possam compreender a escolha de uma autora tão pouco conhecida por aqui, e por um livro tão diferente das minhas leituras – olha, fazia tempo que eu não lia uma biografia.

Eu tive o primeiro contato com o que foi, e quem foi G. Stein no filme Meia-Noite em Paris – escrito e dirigido por Woody Allen –, que conta uma estória bem legal, mas em especial, eu fiquei muito curiosa sobre uma mulher que antes, durante, e após a 1° Guerra Mundial, conseguiu reunir em torno de si uma quantidade incrível de gênios de muitas áreas das artes, como Picasso, Henri Matisse, Gauguin, Georges Braque, Juan Gris, Francis Picabia, Guillaume Apollinaire, Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, e outros mais. Essa senhora que reunia em torno de si tantos grandes nomes da história era Gertrude Stein.

Já da para perceber que muito provavelmente um livro escrito por ela seria bem interessante, mas mais do que isso Stein por meio de sua companheira de anos – Alice – constrói quase um relato detalhado do cotidiano de seus amigos, e também através dessa biografia ela acompanha o desenvolvimento de alguns movimentos – como o nascimento do cubismo e também de escritores da “geração perdida” – que se tornariam grandes heranças do século passado, e, com certeza, algo positivo após a 1° Guerra Mundial.

Fora o relato interessantíssimo sobre os artistas, também acompanhamos muito do universo e do modo de compreensão de Stein – que causaram reboliço com suas obras –, e também uma aventura de Alice e Gertrude: durante o período de guerra, ambas trabalharam como voluntarias na F.A.F.F., que era um tipo de “programa de proteção a americanos”.

É importante ter em mente que apesar de a biografia ser de Alice, entramos em contato indireta e diretamente varias vezes com o tino perspicaz de Stein, e que através da companheira conhecemos muito da escritora. O livro não é tão longo, e se você já tem certa simpatia por esse período da história a leitura se mostrara muito fácil, se não, talvez seja a hora de conhecer coisas “novas”.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Jonathan Strange & Mr. Norrell – Susanna Clarke

O meu é o de capa branca, mas a nova edição ta lindona!
Livro que traz como temática principal o retorno da magia á Inglaterra no século 18/19, Jonathan Strange & Mr. Norrell é um livro divertido, com uma estória bem construída e inteligente.

Mr. Norrell é um mago pratico que tem como primeiro grande ato de sua saída do anonimato a dissolução da Sociedade de Magos de York, um bom começo, considerando que no livro todo ele passa a ideia de querer ser o único mago da Inglaterra, até encontrar Jonathan Strange, um rapaz com um talento natural para a pratica de magia. Até ai tudo, bem tudo lindo, só que o contato de Norrell com um ser mágico acaba desencadeando uma série de eventos que levam a tentativa de trazer John Uskglass de volta a Inglaterra, não é nem preciso dizer que durante o processo outro tanto de acidentes ocorrem. Eu pessoalmente achei muito interessante o modo como Susanna descreve o mundo dos seres mágicos, sempre presente, sempre coexistindo com o nosso mundo, a atmosfera de brilho e decadência também é muito envolvente fora o modo como a magia parece estar diretamente ligada a loucura – acabei me sentindo lendo uma mistura de Robert W. Chambers com Henry James e com algo um pouco mais histórico – ambos personagens são bem diferentes, e talvez eles reflitam muito a oposição entre o antigo – o tradicional Norrell – e o novo – o método empírico, alias totalmente experimental de Strange – esse antagonismo inclusive pode ser observado sempre nas ciências, o que reforça a ideia do tratamento dado a magia no livro: como um verdadeira ciência.

Como já dito é um livro muito divertido, eu demorei um pouco para ler, mas, foi devido ao seu peso – ele é muito pesado para levar pra faculdade >.< – é possível observar que Susanna fez uma pesquisa considerável para escrever esse livro, o que o torna bem mais interessante do que a maioria dos livros de magia – superficiais e pouco fundamentados.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Príncipe das Trevas – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. IV)

Continuando a saga dos Plantagenetas, O Príncipe das Trevas abrange o período em que João “Sem Terra” esta de posse da coroa da Inglaterra e também de todos os outros títulos que naquela época pertencia a esta coroa.

Não preciso dizer que como o esperado o reinado de João não foi dos mais felizes da Inglaterra, um rapaz vil, presunçoso e prepotente não poderia dar um rei muito justo, não é mesmo? Esse seria um resumo bem digno da estória, dentre os 4 livros que eu li, esse foi o que eu menos gostei, talvez seja um vicio ocupacional, mas ver um péssimo “gestor” como esse me da “alergia”. Bem, o fato é que João reinou durante um período, e desde o começo parecia que as coisas não seriam tão “organizadas” como quando seu irmão ou seu pai reinavam, desde o casamento, até sua morte, João deus exemplos de como não reinar, e esse não foram poucos. É claro que Plaidy continua impecável em sua narrativa sobre as aventuras da corte, e mesmo sendo focado em João, o livro trás outros personagens mais cativantes do que ele, como Isabela, esposa de João, e Hugo de Lusignan que apesar de aparecer pouco, da uma excelente impressão. Aliás, ouso até dizer que nesse livro eu estava torcendo mais pelo rei da frança do que pela Inglaterra toda, tanta a minha antipatia pelo rei.


Mas é claro que como tudo que é bom acaba, tudo que é ruim também acaba, e graças a Deus no próximo volume desta saga que continua sendo muito interessante e divertida iremos acompanhar outros conflitos, e espero que seja de personagens mais equilibrados. Um João “Sem Terra” já é o suficiente.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Príncipe Mecânico – Cassandra Clare (As Peças Infernais, Livro 2)

Segundo volume da saga que assim como Instrumentos Mortais se passa em um universo de Nephelins em constante conflito com outras raças do submundo, Príncipe Mecânico é um livro divertido, não tão conclusivo quanto eu esperava ser – eu presumi que ele tivesse uma conclusão para a estória que se passa nele, ou algumas descobertas mais importantes ou expressivas – mas mesmo assim se revela um bom entretenimento.

Will Herondale continua sendo o garoto dos olhos de... todos (?), e nesse volume conhecemos um pouco mais sobre ele e os motivos que o levam a agir como um babaca (quase sempre); Tessa  continua no Instituto de Londres e agora ajuda Charlotte a manter o mesmo, devido aos acontecimentos do livro anterior a sua liderança e a do seu marido (coloquei Henry no meio da estória mas a verdade é que quem manda ali é Charlotte, e ainda bem) são questionadas; Jem ainda é o garoto perfeito e ainda luta por sua vida e pelo coraçãozinho de Tessa. Esse é o resumo do livro, o certo é que apesar de a disputa pela liderança pelo instituto de Londres e algumas outras revelações da vida de Will serem até que interessantes, eu sinto que Clare da um pouco mais de prioridade a parte romântica da estória, não sei se porque presume-se que quem leia Peças Infernais já tenha lido Instrumentos Mortais e por isso já conheça o universo de ambas as sagas, mas o fato é que falta o desenvolvimento mais detalhado dessa parte mais séria ou técnica do livro, como a história do Nephelins, ou o desenvolvimento de alguns outros personagens mais “antigos” no instituto, na verdade eu acho a “mitologia” e o desenvolvimento do universo da estória bem pobre. O que vemos neste livro e no anterior é um romance com fundo fantástico e não uma saga fantástica com romance – parece confuso, mas creio que leitores assíduos de fantástica saberão do que eu estou falando.


Em momento algum eu achei o livro exatamente ruim, ele só é um pouco diferente do que eu esperava e do que eu estou acostumada. Tessa, Will e Jem são uns fofos, mas é meio frustrante a pouca quantidade de informações sobre o universo, e a falta de uma trama mais ampla, com mais núcleos, deixa o livro um tanto repetitivo e às vezes cansativo. É uma leitura bem leve, bem com “UM foco”, não existe confusão devido a personagens, enfim, é bem simples.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Roverandom – J.R.R. Tolkein

Um dos vários contos escritos/contados por J.R.R. Tolkien para seus filhos, Roverandom conta a estória de um cachorrinho muito azarado, que viverá muitas aventuras por conta desse azar todo.

Rover é um filhotinho que adora brincar com sua bola amarela, mas que se vê metido em varias aventuras depois de cruzar o caminho de um mago muito mal-humorado, que resolve transforma-lo em um cachorrinho de brinquedo, a partir daí Rover é levado, mandado, enviado, comprado, etc. De uma lojinha de brinquedos ao famoso universo Tolkien – o do Senhor dos Anéis – Rover anda sobre a forma de cachorrinho de brinquedo, voa com asas doadas por uma mago bonzinho que vive na Lua, nada com “barbatanas” no mar, ufa, Rover vive verdadeiras aventuras.

Roverandom é um livro infanto-juvenil que nasceu de algo que realmente aconteceu na vida de Tolkien: um de seus filhos perdeu um cachorrinho de brinquedo na praia; para consolar o filho, Tolkien concebeu essa estória, fazendo do cachorrinho de brinquedo um aventureiro.

Apesar de não pertencer exatamente ao mesmo universo de LOTR, Roverandom é sim um livro de fantasia ou fantástica, seu conteúdo é repleto de ícones fantásticos, é um livro extremamente leve, com uma escrita impecável – nunca espere menos de Tolkiem, mesmo se for uma lista de compras – e mesmo sendo infanto-juvenil me cativou.

Mas uma excelente dica de presente para aquele seu sobrinho(a) que você esta querendo arrastar para o mundo dos livros, Roverandom é uma boa pedida para de crianças a adultos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O Coração de Leão – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. III)


Trazendo como protagonista o famoso Ricardo Coração de Leão, o livro mudou e muito, a minha ótica sobre esse personagem da história, alias um dos grandes feitos dos livros de Plaidy é exatamente esse: tornar grandes figuras da história mais humanas, mais próximas de nós, mudando assim a impressão inicial de que eles foram somente peões no jogo do poder durante as épocas.

Após o final trágico do livro anterior – a morte de Henrique II – Ricardo seu filho vivo mais velho, é coroado rei da Inglaterra, duque da Normandia e mais uma porrada de “coisas” de terras. Apesar de Ricardo ter sido coroado rei e de se esperar que o livro cubra uma parte desse reinado, boa parte deste volume se passa em terras distantes da Inglaterra, tendo Ricardo prometido participar de uma cruzada para devolver a Terra Santa – Jerusalém – a cristandade, praticamente, assim que ele é coroado parte para sua cruzada acompanhado de seu amigo Filipe rei da França.

Ricardo e Filipe juntos em uma empreitada dessas, isso não poderia dar totalmente certo, pois o fato é que apesar das conquistas dessa cruzada, e da amizade anterior deles,  Ricardo e Filipe jutos tornaram esse livro um tanto tenso, a verdade é que naquela época – eu não sei se até hoje – o rei a França e o rei da Inglaterra estão fadados a serem inimigos naturais, sendo assim durante o livro a amizade entre Filipe e Ricardo se deteriora, sobrando ao fim do livro ódio, cobiça e inimizade entre os reis...

...


Mas não somente entre eles, até o fim do livro outro personagem, muito famoso e já decisivo no volume anterior toma a dianteira da história, o que esperar do reinado de João Sem Terra? Acompanhem a saga e as resenhas, tudo pode acontecer!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O Crepúsculo da Águia – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. II)


Continuação de Prelúdio de Sangue, Crepúsculo da Águia trata, principalmente, da segunda fase da vida de Henrique e Eleanor, separados e em lados opostos; mais especificamente o livro tem foco no inicio da queda de Henrique e em todos os fatos que levaram a seu declínio, aliás, seus filhos – Henrique, Guilherme e Ricardo – são basicamente os responsáveis por muitos desses fatos – juntamente com Eleanor.

Vamos falar a verdade, desde que Eleanor descobriu Rosamund, e os bastardos de Henrique sua relação com o marido se deteriorou, a partir daí ela resolve se tornar uma mãe presente e amorosa, principalmente para Ricardo, aquele garoto bonito, que se tornara mais tarde um grande guerreiro/general, isso faz crescer certa “animosidade” entre ele e seu pai, que não diminuirá, e que será importante para o fim e a continuação do livro.

Henrique como sempre, mordendo os juncos e sendo um amante da companhia de belas jovens, não se contenta em ter Rosamund e logo seduz a jovem Alice, NOIVA do seu filho Ricardo – é gente, como assim? – e mais uma vez se mete em uma linda confusão para manter a amante, é notável o talento de Henrique em “embromar” pessoas, principalmente se esta pessoa for Luís VII da França – pai de Alice.

Perrengues familiares à parte, o livro começa a mostrar as dificuldades de Henrique em gerir um reino muito disperso, o livro se passa em vários lugares, e isso me deixou um pouco confusa com relação a período, em um momento Alice tinha 15 anos, logo em seguida já estava com 20, é necessária muita atenção para acompanhar as mudanças e calcular o tempo das viagens e permanências. Neste livro os filhos de Henrique se tornam homens, senhores de terras e políticos, em certos momentos uma parte dos problemas nas propriedades dele são ocasionados por seus filhos, o que acaba por minar a saúde do rei, e causar algumas tragédias familiares até o fim do livro.

Se sua torcida vai para Eleanor leia até a ultima pagina e acompanhe a queda e ascensão de grandes reis.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A Rainha do Ar e das Sombras – T.H. White (O Único e Eterno Rei – Vol. II)


Segundo volume da saga que conta a estória do rei Arthur, A Rainha do Ar e das Sombras trás Morgause e seus 4 filhos, Gawain, Agravaine, Gaheris e Gareth, e mais ainda, trás o inicio do tempo de guerra para  Arthur.

Esse livro tem cunho um pouco mais filosófico e político, trazendo um Artur mais maduro, e já inserido na guerra, tendo as suas primeiras experiências com ela. A Rainha do Ar e das Sombras se inicia com os filhos de Morgause e a estória de sua avó, Igraine, duquesa da Cornualha, que foi “desonrada” por Uther Pedragon, para quem não conhece nenhuma versão da lenda do Rei Artur, pode parecer um fato sem importância, porém ele será decisivo para o desfecho da saga.

É engraçado ter contato pela primeira vez com a “história racial” da Bretanha, e ver como ela tem importância nas guerras que Artur trava durante o livro ­– e travará em outros volumes – e também é interessante como ela parece ser o principal motivo para que as camadas mais densas do exército – aqueles que não são nobres, nem usam armaduras – se envolvam na guerra, parece uma questão superada, mas se formos olhar com um pouco mais de atenção para os conflitos que ocorrem hoje, veremos um grupo de “nobres” que tem seus próprios interesses, que comandam e que jogam com a “infantaria”, soltados a frente das guerras, aonde existe mais perdas de vida, lutando por questões semelhantes aos homens sem armadura de T.H. White.

A todo o momento Merlin tenta ensinar a Artur que as guerras podem parecer oportunidades para demonstrações de triunfo e poder, mas que nelas também existe a perda de vidas e do povo que na verdade Artur deve proteger, o que seria melhor? Ganhar guerras ou trazer a paz? Merlin também levanta a questão dos agressores, aqueles que iniciam as guerras, e a diferença que existe entre aquele que começa, aquele que ofende, e aquele que se defende.

Como é possível notar o livro amadurece junto a Artur, conforme ele ganha experiência e conhece os aspectos de ser o Rei de um grande povo, o livro também passa a tratar de assuntos um pouco mais sérios e complexos, confesso que a parte da história racial e o dialogo de Merlin sobre agressores é muito interessante mesmo.

Tão bom quanto A Espada na Pedra, A Rainha do Ar e das Sombras  é uma continuação muito boa e lógica, ela traz personagens mais maduros e sérios, porém com a  mesma simpatia e encanto do anterior.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Seção de Autógrafos com Sávio Lopes na Bienal do Livro 2014 (SP)

É com felicidade e grande entusiamo que viemos aqui convidar vocês, nossos leitores, para comparecer e conhecer um escritor, amigo e parceiro.

Não precisamos nem falar o quanto é interessante ter contato com o autor de uma obra à qual nos identificamos, e hoje estamos divulgando um evento dentro da Bienal do Livro deste ano, com um autor que nós já "resenhamos", este escritor é Sávio Lopes, responsável pelo simpático Deixe a Inglaterra Tremer.

O convite você confere logo abaixo, com a data, estande e horário, se você estiver dando uma voltinha na Bienal, não se esqueça de desfrutar desta oportunidade!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Prelúdio de Sangue – Jean Plaidy (A Saga dos Plantagenetas – Vol. I)


Jean Plaidy é mais um pseudônimo de Eleanor Alice Burford Hibbert, essa simpática dama que já partiu desta para uma outra – ela faleceu em 1993 – que soube aliar uma  pesquisa histórica e tanto, fofocas da corte, diálogos inteligentes e  personagens poderosos, em uma saga que conta nada menos do que a história da dinastia Plantageneta, simplesmente uma família que governou a Inglaterra por vejamos... quase 250 anos.

Diferente do que qualquer pessoa poderia pensar, Prelúdio de Sangue, que é o primeiro livro desta incrível saga, começa contando a estória da  bela Leonor da Aquitânia, e como ela se casou com Luís  VII, o jovem Rei da  França, a personalidade forte de Leonor foi decisiva na primeira fase do livro, onde ela praticamente rouba todo o destaque que se esperaria que Luís VII teria na trama, e que acaba causando a sua separação com o mesmo, não sem antes arrasta-lo para as Cruzadas, a uma guerra para reconquistar um condado governado por seu  tio – por parte de pai – e a alguns casos extraconjugais – Plaidy descreveu alguns romances que Leonor supostamente teve, eu não sei se existe alguma confirmação  histórica dessas traições.

Logo após a separação de Luís e Leonor, ela se torna Eleanor, Rainha da Inglaterra ao se casar com Henrique Plantageneta – 11 anos mais novo, também conhecido como Henrique II da Inglaterra – por quem ela nutria amor – ou paixão – ainda casada com Luís. No casamento com Henrique, Eleanor ainda foi muito importante, sendo uma boa “conselheira” para Henrique durante o inicio de seu governo, e logo antes, porém após diversas traições de Henrique Eleanor se retira para a Aquitânia com seus filhos – entre eles os ilustres, Ricardo Coração de Leão, e João Sem Terra, posteriormente Reis da Inglaterra. Na segunda fase do livro, também ocorre um famoso episódio, o assassinato de Thomas Becket que foi chanceler de Henrique e posteriormente arcebispo da Canterbury, por ordem do próprio Henrique – não existe uma confirmação propriamente dita de que Henrique deu uma ordem direta – fora este episódio existe muitos outros ligados a vida de Henrique, como a morte de seu pai, como ele conheceu Leonor, o caso que ele teve durante o seu casamento com ela e como ela descobriu o caso, etc.

Fora esses detalhes históricos, que eu posso ter errado – porque eu sou confusa, não me julguem, estudem história – o livro é divertidíssimo, os personagens são na maioria fortes e extremamente inteligentes, a estória é muito bem contada, e os jogos da corte, e políticos são fascinantes.

Se o seu desejo for ler um livro com uma “pegada” histórica e mesmo assim se divertir muito, Prelúdio de Sangue é o livro certo!

sábado, 2 de agosto de 2014

A Espada na Pedra – T.H. White (O Único e Eterno Rei – Vol. I)


Um dos clássicos da literatura e um dos precursores da literatura fantástica, O Único e Eterno Rei, conta a estória do mais mítico e famoso rei de todos os tempos, Artur.

É importante deixar claro que a pesar da lenda do rei Artur ser um tema que interesse a todas as idades, T.H. White usou um tom menos adulto para tratar dele, mesmo assim é um livro de leitura extremamente inteligente e charmosa.

A Espada na Pedra, é o primeiro volume da série O Único e Eterno Rei, e trata da infância de Artur, do período em que ele ficou sob os cuidados de Sir Ector, do inicio de suas aulas com Merlin, até o ponto em que ele retira a Excalibur da pedra  e é proclamado rei da Bretanha. Talvez por tratar de uma época supostamente mais tranquila da vida  de Artur, o leitor se sinta pouco estimulado a procurar esta leitura, porém esse livro não é  tão monótono quanto se era de esperar, Merlin ensina Artur por meio de experiências, portanto neste primeiro livro ele assumira as formas de diversos animais, como o esquilo da floresta, o peixinho no fosso, um dos falcões de Sir Ector, entre outras, através dessas formas Artur passa a aprender sobre a natureza das coisas, e começara a se tornar o rei que todos nós conhecemos.

T.H. White escreveu um livro fantástico e divertido, de leitura simples e gostosa, acredito que ele é uma leitura para qualquer idade, dos mais jovens aos mais velhos, eu realmente o indico. Considerada a obra precursora da Literatura Fantástica, acredita-se que serviu de inspiração para grandes obras como O Senhor dos Anéis de Tolkien entre outras, inclusive foi usado como base para o filme A Espada era a Lei da Disney (1963), logo abaixo vocês podem conferir o trailer do filme, eu assisti a um tempinho, mas ele também é muito legal(o trailer ta bem borradinho, mas é muito divertido).


A Hamelin também produziu um book trailer, bem caprichadinho, a minha edição é a que acabou de sair por eles, e é um primor, folhas decoradas, lista de personagens, enfim, abaixo você confere o trabalho deles.

terça-feira, 29 de julho de 2014

O Orfanato da Srtª Peregrine para Crianças Peculiares – Ransom Riggs


Livro de estreia de Ransom Riggs , O Orfanato da Srtª Peregrine para Crianças Peculiares, é um livro em primeira pessoa que narra as descobertas de Jacob sobre o passado de sua família e sobre si mesmo – na verdade a descoberta  de toda uma estória obscura por traz de um mundo que  ele achava que conhecia.

Jacob é um adolescente que passa por uma terrível experiência ao presenciar a morte de seu avo em circunstâncias estranhas, após um longo período tentando superar o trauma, ele passa a buscar as respostas desse mistério, no inicio da vida de seu avo, um período considerado por ele traumático, e ao mesmo tempo fantástico – seu avo era de uma família judia na Polônia, na época da segunda guerra mundial, e por isso ele se refugiou no orfanato da Srtª Peregrine – a partir daí, tudo que Jacob sabe sobre o mundo, sobre seu avo, e sobre si mesmo, mudaram drasticamente.

Ransom Riggs fez um trabalho e tanto quando escreveu esse livro, a escolha do fundo histórico foi perfeita, o estilo da narrativa é simples e simpático, a construção de alguns personagens, como o vovô Abe e também sua(s) vida(s) foi brilhante, fora alguns detalhes como o nome da diretora do orfanato, a vida na ilha de Cairnholm, a escolha das fotos – o livro é repleto de fotos e imagens – entre outros, são de um capricho imenso.

Simples e fabuloso, se você estiver procurando uma fantasia mais “séria” com uma estória mais delicada e “peculiar” esse livro é uma escolha certeira.

sábado, 26 de julho de 2014

O Mapa do Tempo – Félix J. Palma


Livro publicado em 2010 pela Intrínseca, O Mapa do Tempo, conta pelo menos 3 estórias que acontecem mais ou menos simultaneamente – exceto a ultima que ocorre depois das duas primeiras.

Andrew Harrington é um jovem rico e infeliz, que procura o suicídio após o trágico esquartejamento de sua amada pelo lendário Jack o Estripador, mas que se envolve em uma louca estória com viagens temporais para tentar salvá-la antes que tudo ocorresse. Já Claire Haaggerty é uma abastada mocinha que não vê graça na época em que foi fadada a viver, e vê na empresa Viagens Temporais Murray a oportunidade de viver no longínquo ano de 2000 – o romance se passa praticamente todo em 1896 – ela só não imaginava que, de cara, ia viver um romance com o famoso e corajoso capitão Derek Shackleton. Por trás dessas duas estórias o nosso amado H.G. Wells, claro, o nosso herói com aspecto de passarinho, que esta presente em todas as 3 estória, inclusive, na terceira e ultima, ele é o “protagonista”. E como um escritor pode ser o herói da estória? Quando Wells se vê envolvido em um grande estratagema temporal para roubar sua obra – mais especificamente o livro, O Homem Invisível – e a de seus colegas de profissão, Bram Stoker e Henry James – o Drácula e o A Outra Volta do Parafuso – ele vai ter que mostrar seu lado mais racional e inteligente, para concertar todos os desvios temporais, e também – por que não? – seu lado mais humano, não só na ultima estória, como nas outras duas.

Não posso falar que foi uma leitura rápida e fluida, eu começava a ler, parava, e não sentia aquela necessidade de saber o fim da estória, foi uma leitura mais lenta, apesar disso, não consegui identificar o porquê, o estilo de escrita não me desagradou, a estória não é desagradável, só não foi tão boa quanto eu esperava, a experiência como um todo.

terça-feira, 15 de julho de 2014

O Cavaleiro Fantasma – Cornelia Funke


Primeiro livro que li, da já famosa e popular – todo mundo fala da saga Coração de Tinta, todo mundo! – Cornelia Funke, O Cavaleiro Fantasma não trata – graças a Deus ou aos Deuses – de qualquer assunto ligado ao Motoqueiro Fantasma e ao seu lança-chamas – eu sei, parece de mau gosto a piada, mas digite O Cavaleiro Fantasma no seu “buscador” e não aparecera quase nada ou nada relacionado  ao simpático livro de Cornelia Funke.


Jon Whitcroft é um jovenzinho de personalidade que se vê forçado por sua amada mãe, e seu detestado futuro padrasto a ir estudar no internato em que seu pai também estudou em Salisbury, o que nem ele nem sua super-simpatica mãe – na minha mente de gordices ela tem cheirinho de cookie e capuccino – podiam esperar é que existia uma “quadrilha” de fantasmas psicopatas disposta a extinguir OS Whitcroft’s da face da terra. Sorte de Jon é que ele pôde contar com sua estranha e linda amiga Ella Littlejohn e com sua também estranha avó Zelda, e com um pouco de sorte e uma grande ajuda de Ella, também pôde contar com Sir William Longspee, filho ilegítimo de Henrique II da Inglaterra, – o mesmo Henrique II da Saga Plantageneta da Jean Plaidy – que é, ou era, um cavalheiro que atende a pessoas que precisam de ajuda para assim sanar suas dividas com Deus e poder subir aos céus, ou ficar junto a sua amada Ela, mas não quero dar spoilers mais detalhados sobre a estória, gostei do rumo que ela tomou, e espero que o leitor também goste quando for ler e descobrir.

Eu fiquei feliz por ter lido esse livro da Cornelia Funke, confesso que por tanta gente falar tanto de Coração de Tinta eu me sentia pouco estimulada a procurar essa escritora, mas fiquei muito satisfeita com a leitura, foi extremamente fácil e prazerosa, os personagens são incrivelmente legais, e fiquei encantada com toda a parte histórica e pontos “turísticos” históricos descritos no livro, acho que ela soube fazer uma boa ponte entre eles e a estória que estava contando.


Fica a indicação!

domingo, 13 de julho de 2014

Ragnarök, O Fim dos Deuses – A.S. Byatt


Livro infanto-juvenil de contos nórdicos, narra principalmente o fim dos deuses com o Ragnarök.

Apesar de ser um livro infanto-juvenil A.S. Byatt escreveu algo que pode ser dado tanto para um jovem quanto para um adulto, a narrativa é leve, e é conduzida pela “criança magra no tempo da guerra” que apesar de ser uma criança, apresenta consciência e maturidade incríveis, a ótica da criança deu um tom diferente as estórias e principalmente aos deuses.

Durante a narrativa a autora deixa se levar pelos contos e o que eles representam na vida da criança, como eles mudam o modo dela ver o mundo, e como a mundo interfere na assimilação das estórias, não é um livro de contos nórdicos “puros” acho que é isso que o torna leve, mas sim um livro “contado” por uma criança, o olhar dela sobre os deuses é mais simples, de certo modo ela os observa com pena, pois desde o inicio todos eles já sabiam que o fim chegaria, mas nenhum deles podia fazer nada para impedir.

Bem, acho que já falei mais do que devia, fora o conteúdo o design também esta de parabéns, a capa e o interior do livro tem belos desenhos e algumas ilustrações.  Se o objetivo da leitura for começar a se familiarizar com a mitologia nórdica, este livro cumpre bem o papel, porém se você quiser algo mais extenso será necessário buscar outros livros.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Novidades DarkSide #2014

Esse será o segundo ano de operações da DarkSide, e continuando o trabalho fabuloso que começaram em 2013, a DarkSide, mais uma vez, traz novidades de deixar os leitores ansiosos, e/ou de cabelo em pé.
Mais uma vez inovando, agora a novidade é a apresentação dos lançamentos, em forma de  cartas de Tarot,que ganharam belas cores e um visual que deve agradar a todos.Não vou listar todos, maasssss fiz uma  seleção dos  lançamentos que eu (como fã, leitora e mortal), aguardo roendo as unhas!


DRÁCULA – A ORIGEM (JIM STEINMEYER)
O que há por trás do monstro mais temido da história? Drácula e Bram Stoker, Criador e Criatura juntos. Nem a morte pode vencer esta carta. — “A união de entusiasmo e erudição de Steinmeyer é uma alegria.” Neil Gaiman

Porque:
Fiquei encantada com o Drácula de Bram Stoker, e assim como me aprofundei no universo de Tolkien por ter adorado LOTR, devo também levar esse meu “amor à primeira vista” pelo Drácula adiante (o inicio da minha fase mais “leitora” foi com Drácula e Frankenstein).


SERIAL KILLER – LOUCO OU CRUEL? (ILANA CASOY)
Estava escrito: Ilana Casoy e DarkSide® unem forças. Nossa maior especialista em serial killers estreia na casa com um grande sucesso em edição atualizada, seguindo nosso padrão quase psicopata de qualidade. — “Ilana tem a virtude dos grandes dramaturgos: nos colocar diante da nossa própria morte. E, portanto, diante da nossa vida.” Marcelo Tas.

Porque:
Essa é uma informação da qual vocês não devem lembrar, mas, eu adoro crimes,assassinatos, roubos, e coisas desse gênero, eu ainda não tive um  grande contato com o tipo de livro que esse da Ilana parece ser,  mas  estou muito curiosa  e otimista.


KING OF THORNS (MARK LAWRENCE)
A linha da vida manchada de sangue. Esse é o destino do Rei Jorg Ancrath neste segundo livro da Trilogia dos Espinhos. Leia com cuidado. — “Excelente – no mesmo nível de George R.R. Martin.” Conn Iggulden — “Uma fantasia corajosa e morbidamente emocionante.” Publishers Weekly

Porque:
Não preciso nem dizer o quanto Jorg me conquistou,  se quiserem saber mais sobre mais esse meu caso de “amor a primeira vista”.


O DEMONOLOGISTA (ANDREW PYPER)
É preciso ter muita coragem para seguir em frente. O mal eterno ganha as páginas desse thriller internacional. — “Que venham os demônios!” The New York Times

Porque:
Não sei, achei o titulo intrigante, e a ideia também, leitor tem dessas.


SENHORES DE SALEM (ROB ZOMBIE E B.K. EVENSON)
Arcano do rock’n’roll, Rob Zombie solta as bruxas numa história marcada por laços de sangue. Uma experiência completa de terror que evoca as reais origens de Salem. Prefácio de Zé do Caixão. — “O livro oferece uma experiência mais detalhada do filme e ambos se complementam” Rob Zombie

Porque:
Salem é um lugar que me intriga (e me da medo), acho que crescer com todas  aquelas  estórias horripilantes de bruxas e mortes  com que eu tive em contato, fez com que eu sentisse um fascínio a mais por ela do  que por qualquer outra  cidade.


A FORÇA
O MISTÉRIO RONDA ESTA CARTA. ELA AINDA NÃO PODE SER REVELADA, MAS AS ESTRELAS INDICAM QUE VOCÊ TEM LUGAR GARANTIDO NA SAGA. PREPARADO VOCÊ ESTÁ?

Porque:
Existem boatos do que seria esse lançamento, mas não acho legal ”jogar mais lenha na fogueira”,e é claro que estou interessada em um lançamento surpresa!

Bem, esses são os lançamentos que me chamaram atenção por enquanto, todas as cartas  estão  “linkadas” , por isso, se quiserem conhecer os outros lançamentos é só clicar em uma delas, as palavras “linkadas”  dentro dos  textos levam a resenhas ou outras coisas relacionadas... e é isso!

sábado, 23 de novembro de 2013

Um Passarinho me Contou #1


Recebemos muitas noticias sobre lançamentos de livros, filmes, e outras coisas, como a maioria são noticias curtas ou apenas avisos do que esta por vir, eu acabo optando por não divulgar, mas a partir de hoje – e dessa postagem – vou tentar falar um pouco mais sobre essas novidades, e dar a minha opinião – nem sempre né? Às vezes eu nem formei opinião ainda – sobre elas.


Um lançamento é sempre legal, mas é mais legal ainda quando é de um novo autor, e é isso que “Deixe a InglaterraTremer” é. Eu me interessei por esse livro, principalmente, por dois motivos:
1° Conta as experiências de um jovem brasileiro em Londres, ou seja, na capital da Inglaterra, e eu AMO a terra da Rainha Elizabeth, toda a história e cultura desenvolvida lá realmente me fascinam, seus personagens, inventores, nobres, personalidades, arquitetura, e até o sistema político e sua evolução me atraem.
2° Letras de Rock alternativo no inicio dos capítulos é bom, mas falar que tem um que tem Florence + The Machine é covardia, deve ser uma das artistas atuais que eu mais gosto e mais ouço, eu piro nas musica da Florence, espero realmente que o capitulo seja incrível, como deve ser o trecho da musica escolhido (e isso é um ultimato)!
Sinopse
Embalado pelo ritmo frenético das letras das canções de rock alternativo que antecipam cada passagem do livro, “Deixe a Inglaterra Tremer” é o retrato de como Londres se tornou um polo multicultural nos últimos anos.
Nosso narrador constrói e desconstrói diversos estereótipos culturais ao longo dos quatro meses em que esteve lá. Demonstra o processo de adaptação do jovem amargo que era quando chegou à cidade, nos levando à experiência do amadurecimento pessoal que somente a vida numa cidade repleta de possibilidades pode proporcionar. O contato com estrangeiros de todas as partes do mundo, o intercâmbio cultural – nem sempre amigável e bem-sucedido –, as amizades nascidas do sentimento em comum de se estar “sozinho no meio da multidão”, as reflexões acerca da própria vida diante de realidades tão diferentes à primeira vista. Tudo isso transforma o livro numa explosão quase tão multifacetada quanto a própria vida na antiga Londres do novo século.


Essa novidade é mais “fofinha” e voltada para as pessoas que curtem a literatura nonsense de Lewis Carroll, e também tem a ver com a nossa ultima promoção, afinal é mais uma aventura de Alice, ou melhor, um sonho de Alice.
Sinopse
"ERA UMA VEZ, uma garotinha chamada Alice: e ela teve um sonho muito curioso. Você gostaria de saber o que ela sonhou?" The Nursery “Alice” é uma adaptação de Alice que o próprio Lewis Carroll escreveu para crianças “de nenhum a cinco anos”, como ele mesmo descreve. Publicado pela primeira vez em 1890 com ilustrações coloridas de Sir John Tenniel.